segunda-feira, 10 de março de 2014

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE PÔSTERES NA XXIII SEMANA DE LETRAS DA FEUC

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL UNIFICADA CAMPOGRANDENSE
FACULDADES INTEGRADAS CAMPO-GRANDENSES                                      

XXIII Semana de Letras das FIC

21, 22 E 23 DE MAIO DE 2014

Discurso e intertextualidade: Os caminhos e descaminhos do dizer

                                              
 NORMAS PARA  APRESENTAÇÃO DE PÔSTER


1) Todos os interessados deverão preencher a Ficha de Inscrição de Apresentação de Pôster e entregá-la à Coordenação do Curso de Letras   até 03 de maio de 2014.

2)     A inscrição deverá ser apresentada em  cópia impressa.

3)     cada autor poderá inscrever apenas 01(um) pôster.

4)     Cada pôster deverá ter, no máximo, quatro autores.

5)     No mínimo, um dos autores do trabalho deverá permanecer junto ao pôster , durante o tempo reservado à sessão de pôster.

6)     É proibida a apresentação
    · por terceiros(não especificados no resumo do trabalho), oral ou por performances;
· de trabalhos impressos em folhas de sulfite soltas, sem características de um pôster;
· com aparelhos e instrumentos sonoros que interfiram na comunicação dos demais autores da sessão;e
· de pôster feito à mão.

7)     Tamanho do pôster: 90 cm de largura e  1,10m  de altura. (90x1,10)

8)     No pôster, deve constar:

a) TÍTULO DO TRABALHO, em letras maiúsculas, centralizado e em negrito;
b) Nome(s) do(s) Autor(es) ;
c) Nome do Professor Orientador;
d) Nome da Instituição ;
e) Cidade/Estado;
f) Endereço eletrônico;
g) Introdução;
h) Desenvolvimento;
i) Metodologia;
    j) Resultados;
    k) Conclusão;
    l) Bibliografia


9) É obrigatório que o título do trabalho,  no pôster, seja idêntico ao título do resumo enviado à comissão organizadora da XXIII Semana de Letras.

10) Usar fonte (letras) simples e com tamanho que permita a leitura rápida e a dois metros de distância.

11) Para cada trabalho será reservado um painel para fixação, ficando a cargo do autor a colocação e retirado do pôster.

12) A Organização do Evento não se responsabiliza pelos trabalhos não retirados no período estipulado

13) Fixação do pôster com fita crepe: os autores deverão levar a fita necessária ( lembrando que o pôster não pode ser muito pesado).

ATENÇÃO
    Os pôsteres que não atenderem a essas especificações não serão aceitos.

A efetiva participação na XXIII Semana de Letras dependerá do envio da ficha de inscrição no prazo determinado pela Comissão Organizadora e na configuração constante das normas.

Os alunos deverão preencher a ficha - poderão retirar o modelo na Sala do NEL  (Núcleo de Estudos da Linguagem Poeta Primitivo Paes), nos horários de atendimento aos discentes -  e fazer a inscrição para a XXIII Semana de Letras.

VEM AÍ A XXIII SEMANA DE LETRAS DA FEUC - PARTICIPEM

XXIII Semana de Letras

21, 22 e 23 de maio de 2014. 

Turnos: Manhã e Noite

Tema: Discurso e intertextualidade: Os caminhos e descaminhos do dizer.

Mesas-redondas
Palestras
Sessão de Pôsteres
Saraus
Apresentações musicais
Oficinas
Comunicações coordenadas
Participação de Professores convidados


JUSTIFICATIVA 


Há vinte e dois anos, a Semana de Letras é a marca do curso de Letras das Faculdades Integradas Campo-grandenses. Ao longo dessas duas décadas, o evento tem procurado valorizar a importância da pesquisa nesse curso, dando ênfase tanto às pesquisas concluídas dos seus corpos docente e discente, quanto aos estudos ainda em andamento dos docentes e dos alunos da Graduação e da Pós-Graduação. Em 2014, o evento será um marco de integração e aprendizado, pois sua relevância está no desejo de congregar pesquisadores de línguas e literaturas interessados nos vários aspectos inerentes e derivados das relações entre  Discurso e intertextualidade; para isso, incluir-se-ão, na sua programação, palestras, minicursos, mesas-redondas, oficinas, apresentação de pôsteres, mostra cultural, saraus e comunicações coordenadas. 

OBJETIVOS 


A XXIII Semana de Letras tem como escopos incentivar a integração entre alunos, professores, pesquisadores e comunidade científica, incentivar os estudos de pesquisas na área de Letras e enfatizar a interação entre as diversas áreas dos estudos da linguagem. 

PÚBLICO ALVO 

Espera-se a participação da comunidade acadêmica de Letras entre outros interessados na relação Discurso e intertextualidade no que concerne às Literaturas em Língua Portuguesa, à Linguística, ao discurso da arte, das mídias e suas intertextualidades.

A Educação Brasileira em Números

Enviado por Demétrio Weber -
26.2.2014
 |
15h11m

Veja os números do Censo da Educação Básica 2013


Números podem ser chatos, mas contam a história como ninguém.

Seguem os dados da educação básica no Brasil:

- Total de matrículas (da creche à educação de jovens e adultos):
2007: 53.028.928
2012: 50.545.050
2013: 50.042.448
Variação de 2012 para 2013: - 1%

- Creches
2007: 1.579.581
2012: 2.540.791
2013: 2.730.119
Variação de 2012 para 2013: + 7%

- Pré-escola
2007*: 4.930.287
2012: 4.754.721
2013: 4.860.481
Variação de 2012 para 2013: + 2,2%

- Ensino fundamental:
Anos iniciais (do 1.º ao 5.º ano)
2007: 17.782.368
2012: 16.016.030
2013: 15.764.926
Variação de 2012 para 2013: - 1,5%

Anos finais (do 6.º ao 9.º ano)
2007: 14.339.905
2012: 13.686.468
2013: 13.304.355
Variação de 2012 para 2013: - 2,8%

- Educação integral no ensino fundamental
2010: 1.327.129
2012: 2.184.079
2013: 3.171.638
Variação de 2012 para 2013: + 45,2%

- Ensino médio
2007: 8.369.369
2012: 8.376.852
2013: 8.312.815
Variação de 2012 para 2013: - 0,7%

- Educação profissional (técnico de nível médio)
2007: 780.162
2012: 1.362.200
2013: 1.441.051
Variação de 2012 para 2013: + 5,7%

- Educação de jovens e adultos
Nível fundamental
2007: 3.367.032
2012: 2.561.013
2013: 2.447.792
Variação de 2012 para 2013: - 4,4%

Nível médio
2007: 1.618.306
2012: 1.345.864
2013: 1.324.878
Variação de 2012 para 2013: - 1,5%

* O dado de 2007 inclui crianças de 6 anos.
Fonte: Censo da Educação Básica 2013 do Inep/MEC.

Literatura e ignorância - José Castello

Enviado por José Castello -
27.2.2014
 |
16h55m

Literatura e ignorância


José Castello

          Volta-me, de repente, a célebre sentença do poeta alemão Friedrich Hölderlin: "O homem é um deus quando sonha e um mendigo quando pensa". Ela me adverte a respeito da arrogância. Da importância de dizer, saber dizer "não sei", "não consigo entender", "estou perplexo". Ela nos aponta para os dolorosos limites do saber. Vão no qual a literatura _ que é sonho _ se acomoda, não para explicar, ou dar uma solução, mas para alargar o campo fértil da dúvida.

          Lembranças, soltas, incoerentes, me tomam. Recordo aqui de uma das visitas que fiz a Hilda Hilst em sua Casa do Sol, sítio na periferia de Campinas em que se isolou do mundo. Levou- me à cozinha. Enquanto eu tomava uma inocente cerveja, ela se garrava, com força e fé, a uma garrafa de uísque, que saboreou puro e sem gelo. "Sabe por que me apego ao uísque?", me perguntou de repente. "Porque ele me faz esquecer. Esquecer que não sei". 

          Naquele fim de manhã, quente e luminosa, conversamos justamente sobre isso: como é difícil aceitar que não sabemos; como é doloroso encarar as fronteiras de novo pequeno saber; como é importante considerar que, mesmo quando sabemos, ainda sabemos muito pouco. Falamos então sobre a literatura que, despida de arrogância, se 
acomoda nesse vão da ignorância para dele fazer uma terra fértil. A literatura que é feita daquilo que não sabemos. Que os escritores praticam não para mostrar o que sabem, mas para mostrar o que não sabem. (Estarei relembrando o real, ou apenas um sonho que produzi para encobrir meu esquecimento do real?)

          Por isso, sempre me assusto quando encontro especialistas cheios de si, que se julgam senhores de suas ideias, que acreditam manejar como frieza e brilho as estruturas de seu miserável saber. Que não suportam a ideia de um saber miserável. Inútil? Não. É o que temos. Muito útil portanto, mas ainda assim miserável, insuficiente, cheio de lacunas e de falhas. Parcial e humano. 

          Em tudo isso, a literatura, que é pura ronda delicada em torno da verdade, nos leva a pensar. Como sabemos pouco. Quantos são os caminhos à nossa disposição que nunca consideramos percorrer. Como é impossível saber tudo e, portanto, como são necessárias prudência e delicadeza no manejo de qualquer saber. Mesmo no manejo da literatura que, dizia Hölderlin, é antes de tudo sonho e, portanto, é pura fragilidade também.

Texto escrito pelo Professor Marcos Pasche da FEUC publicado no Caderno Prosa e Verso de 08 de março de 2014

Texto escrito pelo Professor Marcos Pasche da FEUC
Caderno Prosa e Verso de 08 de março de 2014

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Um poema de Primitivo Paes para desejar a todos um "Feliz Natal!"

O NATAL

Primitivo Paes


Eu quero um Natal bonito,
Com festa, muita alegria,
Com bolo, nozes, castanha,
Natal sem hipocrisia,
Sem fome, sem desemprego,
Sem crianças marginais,
Família com mesa farta,
Filhos em torno dos pais.

Quero ver o Betinho
Dando comida para o povo,
Eu sei que ele foi embora...
Quero que volte de novo!

Quero ver os três reis magos,
Na nova festa dos reis,
Distribuindo presentes
Dos quais eu jamais ganhei...
Porque fui menino pobre
Flagelado, tão carente.
Tomara que surja no céu
Nova Estrela do Oriente!

Quero ver a humanidade
Alegre, se dando as mãos,
Formando uma ciranda
Em torno do mundo inteiro
Contra a guerra, pela paz,
Dizendo: "Feliz Natal!"

Nessa grande emoção,
É esse o Natal que eu quero
Dentro do meu coração.


Feliz Natal!

Aluno do 6º período de Inglês - manhã - do Curso de Letras das FIC atua como tradutor em Eventos Internacionais

Fonte: http://www.feuc.br/revista/index.php/2013/12/profissao-vai-e-vem-entre-linguas/


Profissão: ‘vai e vem entre línguas’


Uma breve história de um jovem que já coleciona grandes experiências
Por Gian Cornachini
emfoco@feuc.br
André de Oliveira Nascimento tem 21 anos, cursa o 6º período de Letras/Inglês na FEUC e já tem em seu currículo profissional grandes experiências e histórias para contar.
Fã de Nicholas Sparks, o jovem já atuou ao lado do escritor americano na Bienal do Rio.(Foto: Arquivo Pessoal)
Fã de Nicholas Sparks, o jovem já atuou ao lado do escritor americano na Bienal do Rio.
(Foto: Arquivo Pessoal)
O estudante trabalha como intérprete e tradutor da língua inglesa para algumas empresas do ramo, e seu último orgulho de atuação foi ao lado do romancista estadunidense Nicholas Sparks, escritor de obras famosas como “Querido John” (2007) e “A última música” (2009). Sparks veio ao Brasil em agosto, para a Bienal do Rio, e André foi escalado para fazer a tradução simultânea das falas do escritor para o público do evento.
“Os primeiros livros que eu lia em inglês eram dele. E, então, estava vendo ele ali, ao vivo”, diz André. “Foi uma sensação muito interessante, e traduzir outras pessoas não foi tão especial quanto ele”, revela.
André Nascimento é aluno de Letras/Inglês e trabalha como tradutor simultâneo. (Foto: Arquivo Pessoal)
André Nascimento é aluno de Letras/Inglês e trabalha como tradutor simultâneo. (Foto: Arquivo Pessoal)
André também já fez o processo contrário de tradução – do português para o inglês – de outras personalidades como o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e o cantor Gilberto Gil, além de ter sido intérprete em outros grandes eventos, como a Rio+20.
Para poder ingressar neste universo do vai e vem entre as duas línguas, o estudante explica que é necessário conhecer bem os idiomas: “Comecei a estudar inglês com 10 anos, e traduzia pregadores estrangeiros em minha igreja”, conta André. “Passei a gostar disso e fiz um curso de tradução e interpretação para dominar as técnicas. Depois, entrei na graduação para aprender mais a fundo a gramática e a literatura inglesas e poder seguir com a carreira, que eu vejo como uma vocação de poder ajudar o próximo”, ressalta o estudante.