quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

OPORTUNIDADE DE EMPREGO




Data da Divulgação: 21 / 01 / 2011



O Centro de Integração Empresa-Escola - CIEE Rio está selecionando para compor seu quadro de colaboradores: EDUCADOR

Requisitos: O profissional deve ser formado nos cursos de Administração de Empresas, Psicologia, Pedagogia, Serviço Social, Geografia, História,Turismo ou Letras.

Experiência ministrando aula ou treinamento.

Atividades: Ministrar aulas aos jovens que participam do programa Jovem Aprendiz.

Local de trabalho: Rio Comprido - RJ e Centro do Rio

Horário: 8h as 17:30h - seg a sex ou de ter a sáb

Salário compatível + VT + benefícios

Contrato CLT ou RPA (temporário)



Os interessados devem encaminhar o currículo no CORPO DO E-MAIL com pretensão salarial para flaviab@cieerj.org.br e colocando no assunto: Educador

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

XX Semana de Letras.

Já constam no link da Semana de Letras as primeiras informações sobre as inscrições de PÔSTER (modalidade destinada exclusivamente à apresentação de trabalhos de alunos de graduação).

XII CONGRESSO INTERNACIONAL DA ABRALIC

XII CONGRESSO INTERNACIONAL DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE LITERATURA - ABRALIC


De18 a 22 de julho de 2011 - Curitiba, PR

Já se encontra no site da ABRALIC o INFORMATIVO 1 do XII Congresso Internacional da ABRALIC, com as informações sobre o seu tema principal, estrutura das atividades, cronograma e valores para inscrição e demais normas para participação. Para ler o informativo, use o link

Mais informações na página da ABRALIC


domingo, 12 de dezembro de 2010

O QUE FAZER PARA SER O QUE QUEREMOS TER

Texto produzido por Flávio de Oliveira (aluno do 1° perído do curso de Letras)

“A viagem de mil milhas começa com um passo” (Mao Tse-tung). Depois de muito tempo olhando para trás, acordei e vi que tinha duas opções: poderia continuar pensando no que poderia ter feito ou poderia transformar em algo real tudo aquilo o que eu quero para mim.

Acordei dessa fase que defini como “coma”, e resolvi que era hora de fazer algo em relação ao meu futuro. Eu tinha as ferramentas para construir algo e ficava sempre adiando o início dessas obras. Seja por acomodação, por achar que tudo o que eu já tinha era o suficiente, ou por não acreditar que seria capaz.

O mais difícil em dar o primeiro passo foi acreditar em mim. Achar que era capaz era algo que eu não acreditava mais. Vi o quanto tinha baixo autoestima. E o engraçado é que isso nos cega, e é difícil recuperar a visão depois de tanto tempo andando no escuro.

Era o momento de levantar e o primeiro passo foi o vestibular. Voltar a estudar depois de quatorze anos era algo que não passava pela minha cabeça. A cada ano que passava achava que esse projeto não sairia mais da gaveta. E por que adiar mais? Eu estava pronto. Vou começar a levantar a minha primeira parede. Vou fazer acontecer. Vou encontrar muitas dificuldades, mas quero passar por isso para não voltar a viver no estado em que vivia.

Eu quero ser alguém melhor do que sou hoje. Quer ter mais conhecimento, experiência, ter novos amigos, me sentir bem sucedido e não apenas satisfeito. Posso nunca me tornar um milionário, mas com certeza vou me achar rico em cada vitória, cada etapa e em cada degrau que subir.

É incrível como conseguimos nos transformar, evoluir, crescer... Ontem minha auto estima estava lá no chão. Hoje ela está acima da minha cabeça. É só consegui isso por ter tomado essas decisões.

O que eu quero ter? Bem, muitas coisas! Dinheiro, saúde, estabilidade, amor, etc. Mas quero ter essa sensação de que estou vivo sempre! Acordado. Pensando. Criando. Meu marketing pessoal (risos).
Já passei do primeiro passo e tenho certeza que a minha viagem não vai ser de apenas mil milhas.

Flávio de Oliveira

EXPOSIÇÃO: "Arquitetando Arte"

Uma boa dica para estas férias é a Exposição "ARQUITETANDO ARTE", sob a curadoria de uma ex-aluna do curso de Letras e do curso de Especialização das FIC, PATRÍCIA TAVARES. Vale a pena conferir!!!!

CENTRO DE CULTURA E MEMÓRIA CREA-RJ
Rua Bueno Aires, 40 / 2º andar, RJ.

sábado, 6 de novembro de 2010

Discutindo a Escola

“O diálogo é o momento em que os humanos se encontram para refletir sobre sua realidade tal como a fazem e a refazem.” Paulo Freire


Não é de hoje que o interesse da sociedade por saber o que se passa entre os muros a escola inspira o cinema. Afinal, quem de nós enquanto responsáveis, alunos, professores (ou aprendizes de) nunca teve o desejo de ter uma câmera que, invisível, registrasse o dia a dia de sala de aula, com suas conquistas? Foi o que fizeram os diretores de filmes como ENTRE OS MUROS DA ESCOLA, PRO DIA NASCER FELIZ e o recém lançado WAITING FOR SUPERMAN, este último retrato da realidade das escolas Norte Americanas.
Em “Entre os muros da escola”, de Laurent Cantet (França, 2007), a história real de um professor parisiense é retratada com requintes de documentário: em uma escola em que os professores tem de lidar com aprendizes das mais diversas culturas, acompanhamos os eventos de um ano letivo não muito diferente das escolas brasileiras.
Já no documentário “Pro dia nascer feliz” (Brasil, 2006), do diretor João Jardim, alunos com realidades econômicas bem distintas, de instituições públicas e particulares brasileiras são entrevistados e tem suas histórias, experiências, angústias e sonhos relatados de uma forma brilhante e comovente.
Mais recente ainda, o polêmico "Waiting for superman", de Davis Guggenheim (EUA, 2010),  tem não apenas despertado a atenção como comovido do público. No filme, a luta de pais desesperados por oferecer uma escola de qualidade para seus filhos (num sistema que acaba deixando muitos à margem) e de educadores como Geoffrey Canada, que trabalha com educação em áreas de risco é exposta sem retoques.
É interessante notar que os problemas que assolam a instituição escola são pertinentes a nossa época e ocorrem no mundo todo. O que chama atenção neste filme é que, diante da “Ferida exposta”, a sociedade tem se mobilizado para tratá-la. Waiting for Superman tem sido chamado de “o filme que pode mudar a situação” da educação nos EUA. E não é para menos: grandes empresas e mesmo a população tem se manifestado publicamente a fim de fazer algo. E discutir a situação de maneira consciente, a partir da simples premissa de que nenhum super-homem virá mudar a situação se cada um não fizer sua parte, já é, certamente, um grande começo.